04 agosto 2008

Além dele, foram indiciados o então secretário-adjunto de Esportes do RN, João Henrique Lins Bahia Neto, e Rosa Maria Câmara, ex-procuradora do Estado, que foram presos à época, e outros seis servidores estaduais suspeitos de corrupção e tráfico de influência em contratações emergenciais.

Amigo da governadora, Bahia Neto trabalhou no gabinete de Wilma até o final de seu primeiro mandato (2003-2006). Já a procuradora é suspeita de ter recebido propina para apresentar pareceres favoráveis às firmas ligadas às fraudes. Outros presos são ligados às empresas do suposto esquema.

A PF informou ainda que outros 19 inquéritos foram instaurados para apurar supostas irregularidades apuradas a partir da operação. O caso corre sob sigilo na Justiça Federal.

De acordo com o primeiro inquérito, "as condutas criminosas trouxeram sérios prejuízos à administração pública".

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