04 agosto 2008

As investigações se concentraram em contratos - irregulares, segundo a PF - firmados com a Secretaria Estadual da Saúde. A PF avalia que os desvios de dinheiro público tenham alcançado R$ 36 milhões em cerca de três anos.

Nos contratos analisados na primeira parte da investigação, foram apontados prejuízos de quase R$ 10 milhões em acordos para fornecimento de mão-de-obra para os programas Samu Metropolitano e Farmácia Popular e em acordos para higienização hospitalar.

Segundo a PF, ao menos quatro empresas se associavam para combinar preços e condições das propostas apresentadas à Secretaria da Saúde. As empresas se revezavam para vencer as licitações e rateavam o valor a ser pago. A divisão do dinheiro era mensal, segundo a PF.

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