Não sei o porquê - em época de eleição - há uma corrida desenfreada pela importação de "talentos" em Marketing Eleitoral. Fora assim em todos os níveis: da postulação ao cargo máximo do Estado (por Garibaldi - arrependido até hoje na sua mal-sucedida campanha); chegando a um simples vereador. A sede de apresentar um enlatado (que nada sabe sobre a "mina", o solo no qual pisará pela primeira vez, por conseguinte, minimiza a capacidade intelectual dos nativos e os joga em segundo e terceiro planos). Esse filme, que todo mundo já assistiu, em não raros momentos, tem sepultado candidatos ou, no mínimo, jogado-os numa areia movediça e numa vala comum. Ora, se em muitas e muitas vezes quando se coloca para coordenar um tipo "delicado" e importante da campanha, gente que conhece a terrinha e suas peculiariades - como a palma da mão - já não é tarefa fácil, imagine pra gringo, aventureiro e marinheiro de primeira viagem que só tem rótulo com data de validade vencida e não sabe por onde enveredar. A história é testemunha. Quem quiser que arrisque. Tenho dito e escrito!
25 julho 2008
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