
Embora concorde que uma Medida Provisória (MP) é a saída emergencial para a compensação das perdas sofridas pelos municípios durante a crise econômica, a senadora, ROSALBA Ciarlini, volta a insistir na aprovação da Emenda 29, a emenda da Saúde.
“Sou favorável à MP, mas acho que esse é apenas um paliativo. Servirá para procrastinar a crise”, conceitua.
Lembrando a aprovação da Emenda 29, por unanimidade, no Senado, a senadora diz que os prefeitos devem cobrar das lideranças partidárias, uma posição firme para a inclusão da matéria na ordem do Dia.
Isso significa que a pauta na Câmara pode ser obstruída até que haja entendimento entre a base do governo e a oposição.
Parlamentares e prefeitos estimam que, para cobrir os prejuízos provocados pelas constantes quedas no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o governo deve editar uma MP de R$ 2 bilhões.
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