
A guerra, incessante, pela perpetuação no poder faz com que seus protagonistas, num piscar de olhos e de acordo com as conveniências, encarnem diferentes personagens.
Prova disso é o que acontece no Rio Grande do Norte referente à sucessão do Governo Estadual.
No palco situacionista, há bem pouco tempo, quando superada a crise interna na escolha da cabeça da chapa e os ventos pareciam soprar favoráveis ao atual chefe do executivo, Iberê Ferreira, na sua pré-candidatura à reeleição, eis que surgiram três enormes pedras no seu caminho: um problema de saúde, baixo índice nas pesquisas e a falta de um vice.
Daí, vítima desse emPACamento todo, o velho Iberê de guerra poderá ser alvejado - pelas costas - por “um dos seus”.
No palco situacionista, há bem pouco tempo, quando superada a crise interna na escolha da cabeça da chapa e os ventos pareciam soprar favoráveis ao atual chefe do executivo, Iberê Ferreira, na sua pré-candidatura à reeleição, eis que surgiram três enormes pedras no seu caminho: um problema de saúde, baixo índice nas pesquisas e a falta de um vice.
Daí, vítima desse emPACamento todo, o velho Iberê de guerra poderá ser alvejado - pelas costas - por “um dos seus”.
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