
Alguns, velhos conhecidos de embates passados. Outros, marinheiros de primeira viagem - sem folha corrida, tampouco, carisma e postura irrepreensível.
Nessa luta voraz, surgiram bichos de todas as espécies bem como acéfalos e, até, de sete cabeças.
Com raras exceções, aparecem os que, por desenvolverem um trabalho contínuo e profícuo, independentemente da época, são bem avaliados e granjeiam o respaldo popular.
Existem, também, aqueles que, mesmo já exercendo mandatos eletivos e sem nenhum serviço relevante prestado que possa, efetivamente, receber aprovação das “classes menos favorecidas” (todos falam isso), usam artifícios não recomendáveis pela Justiça Eleitoral: a famosa "MALA PRETA" forrada com “papel federal”.
Daí - como quem compra e paga não deve mais nada - num estalar de dedos, eles desaparecem e só mostram a cara, outra vez, quatro anos depois, nas cenas dos próximos capítulos dessa novela que, apropriadamente, deveria ser rotulada de "O Preço de um Homem".
Infelizmente, ainda há quem afirme que “vale a pena ver de novo”!
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