03 março 2010


Quando ele entrou na faculdade, não tinha um objetivo específico de garantir nota máxima em todas as matérias, mas sempre se cobrou bastante. “Minha meta sempre foi a cada semestre me dedicar ao máximo. Eu tinha muito na cabeça a dificuldade que meus pais tinham para me manter aqui em Brasília, por isso tentava ao máximo me dedicar”, conta.

E o garoto não fez bonito apenas na parte acadêmica. Além de estudar para as provas, ele participou de pesquisa, de projeto de extensão, e até ajudou a turma a fundar uma ONG de reforço escolar para crianças carentes.

“Os alunos excelentes não são aqueles que tiram apenas SS, a universidade te chama para mais do que isso. O essencial para ser um aluno bom é ir além das notas. Minha turma, por exemplo, fundou a ONG Universitários vão à escola. Eu sou só mais um daqueles alunos que se dedicaram para a universidade”.

Agora que recebeu o diploma — que aliás não é dourado como diz uma lenda entre os alunos da UnB —, LUCAS DANIEL vai voltar para Natal, mas, nem de longe, pensa em parar de estudar.

“Quero fazer mestrado e continuar na carreira acadêmica. Acho que temos a obrigação de retornar o conhecimento que nos foi dado, e dar aulas é uma maneira de fazer isso”, planeja.

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