Em contato, agora há pouco, com o blog, o prefeito de Pau dos Ferros, LEONARDO RÊGO, comentou – de forma sucinta e objetiva – uma ação de suposta improbidade administrativa que o MPF em Mossoró propôs contra ele.
O motivo dela, segundo o Procurador da República, Fernando Rocha de Andrade, é o não cumprimento das requisições do MPF por parte da prefeitura; o que tem prejudicado as investigações de possíveis irregularidades praticadas com verba federal repassada ao município.
O chefe do executivo pau-ferrense se diz tranqüilo e afirmou que já agendou uma audiência com o Procurador para elucidar o assunto em tela.
Segundo ele, todas as prestações de contas do municípios - referentes a recursos oriundos do Governo Federal - foram devidamente aprovadas.
Ademais, Leonardo Rêgo disse que ainda não fora notificado, tampouco viu os autos do processo para ver se, de fato, houve algum lapso da sua assessoria.
O gestor de Pau dos Ferros enfatizou que pode, sim, ter havido alguma falha administrativa, mas que isso é natural no serviço público. E se, efetivamente, isso ocorreu, as correções serão feitas para sanar os possíveis erros burocráticos.
Ele lamenta o sensacionalismo que alguns órgãos de imprensa estão fazendo sobre o caso e diz – com veemência – que sempre pautou sua gestão dentro dos princípios e padrões éticos como, também, transparência, probidade e, ainda, em estrita observância às Leis que regem a administração pública.
O motivo dela, segundo o Procurador da República, Fernando Rocha de Andrade, é o não cumprimento das requisições do MPF por parte da prefeitura; o que tem prejudicado as investigações de possíveis irregularidades praticadas com verba federal repassada ao município.
O chefe do executivo pau-ferrense se diz tranqüilo e afirmou que já agendou uma audiência com o Procurador para elucidar o assunto em tela.
Segundo ele, todas as prestações de contas do municípios - referentes a recursos oriundos do Governo Federal - foram devidamente aprovadas.
Ademais, Leonardo Rêgo disse que ainda não fora notificado, tampouco viu os autos do processo para ver se, de fato, houve algum lapso da sua assessoria.
O gestor de Pau dos Ferros enfatizou que pode, sim, ter havido alguma falha administrativa, mas que isso é natural no serviço público. E se, efetivamente, isso ocorreu, as correções serão feitas para sanar os possíveis erros burocráticos.
Ele lamenta o sensacionalismo que alguns órgãos de imprensa estão fazendo sobre o caso e diz – com veemência – que sempre pautou sua gestão dentro dos princípios e padrões éticos como, também, transparência, probidade e, ainda, em estrita observância às Leis que regem a administração pública.
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