
Na opinião do senador, mesmo com a melhora que a gestão de recursos hídricos obteve, a partir da edição da Lei das Águas (9.433 de janeiro de 1977), o cenário poderia estar melhor do que o atual.
E citou um exemplo: “Há um estratégico açude do Rio Grande do Norte para se construído, que ajudará no controle de cheias do Rio Piranhas-Açu, que é o açude, o reservatório e a barragem de Oiticica, que, até agora, não foi construído”.
O senador fez questão de deixar claro que suas críticas não estavam dirigidas ao Dnocs, nem ao diretor do órgão, Elias Fernandes, mas sim à forma como o Nordeste é tratado pelos governos.
“O Dnocs conseguiu se erguer, ao longo de cem anos, sem deixar de enfrentar dificuldades e obstáculos, dificuldades da própria Região Nordeste, onde nunca se teve um planejamento ideal. Porque o problema não foi do Dnocs. O problema foi o esquecimento a que nós fomos relegados ao longo dos anos, sem receber o tratamento que nós merecíamos”.
Ele observou ainda que o DNOCS precisa voltar sua atenção para o futuro e permanecer trabalhando pelo Nordeste.
“Eu estou certo de que a história do Dnocs é uma história de luta, de resistência, de dificuldades – dificuldades que todo nordestino já conhece de perto. Eu queria parabenizar todos os que estão aqui e dizer que o Dnocs merece fazer uma festa maior do que esta. Mas, o importante é o que estamos fazendo. Cem anos faz o Dnocs, de cabeça erguida”.
“Eu estou certo de que a história do Dnocs é uma história de luta, de resistência, de dificuldades – dificuldades que todo nordestino já conhece de perto. Eu queria parabenizar todos os que estão aqui e dizer que o Dnocs merece fazer uma festa maior do que esta. Mas, o importante é o que estamos fazendo. Cem anos faz o Dnocs, de cabeça erguida”.
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