Prefeito, ALBERONE Néri, pilotando uma Ferrari


Na próxima quinta-feira (06) completará, exatamente, UM MÊS que a prefeitura do Encanto puxou o mercado público pelo rabo [como se faz em vaquejada] e o sapecou no chão para levantar poeira; muita poeira.
A intenção, inicial, da municipalidade era substituí-lo por uma "PRAÇA". Era. Eu escrevi: ERA.
Segundo o que o blog pode apurar, até o momento, nada, além de um projeto, existe.
Isto significa dizer que aquela área de concreto e cimento fora transformada – pelo menos é que está posto – num calhamaço de papel. E nada mais.
Lembro-me – e muito bem – da pirotecnia, da propaganda, da “zoada” feita quando desmoronaram aquele patrimônio público que, na pior das hipóteses, oferecia espaço para alguns pequenos empresários encantenses ganharem [com dignidade] o seu pão de cada dia.
Na minha singela opinião, o município – já que tinha essa "idéia" latente – só deveria tê-lo feito quando, efetivamente, estivesse com os recursos assegurados, licitação concluída e, todavia, a ordem de serviços assinada para, incontinenti, executar a obra.
Agora o que se vê, ou melhor, NÃO se vê, é que a cidade perdeu o mel e, pelo andar do trator de esteiras, ficará, também, sem a cabaça.
“Que coisa!?!”
A intenção, inicial, da municipalidade era substituí-lo por uma "PRAÇA". Era. Eu escrevi: ERA.
Segundo o que o blog pode apurar, até o momento, nada, além de um projeto, existe.
Isto significa dizer que aquela área de concreto e cimento fora transformada – pelo menos é que está posto – num calhamaço de papel. E nada mais.
Lembro-me – e muito bem – da pirotecnia, da propaganda, da “zoada” feita quando desmoronaram aquele patrimônio público que, na pior das hipóteses, oferecia espaço para alguns pequenos empresários encantenses ganharem [com dignidade] o seu pão de cada dia.
Na minha singela opinião, o município – já que tinha essa "idéia" latente – só deveria tê-lo feito quando, efetivamente, estivesse com os recursos assegurados, licitação concluída e, todavia, a ordem de serviços assinada para, incontinenti, executar a obra.
Agora o que se vê, ou melhor, NÃO se vê, é que a cidade perdeu o mel e, pelo andar do trator de esteiras, ficará, também, sem a cabaça.
“Que coisa!?!”
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