Pensei em não respondê-los. Mas, resolvi esclarecer - até por dever de ofício e para dar satisfação aos leitores. Ao contrário do que fazem alguns por aí que, na ânsia de dar um “furo” de reportagem, acabam por dar uma “furada” de informações e se vêem obrigados a se retratarem, eu não enveredarei por esse caminho tortuoso nem por cem e uma fanta. Pois, na maioria das vezes, não passam de meros boatos e conversas jogadas ao vento - sem nenhuma consistência.
Como já é do conhecimento dos meus fiéis webleitores, “inventar fuxico” não é - e nunca será - do meu feitio.
Ademais, a Justiça Eleitoral, repito, é uma Instituição séria. Portanto, não está aí para brincadeiras – e já tem demonstrado isso exaustivamente. Logo, colocar palavras na boca dos magistrados e dos representantes do Ministério Público, eu não aconselho nem para o pior dos inimigos – se é que os tenho.
“Quem avisa amigo é”, diz um adágio popular.
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