Notícias, fresquinhas em folha, que chegaram ao blog, dão conta de que o ex-candidato a Vereador, Gilvan Cajá, que concorria pelo Partido Progressista, impetrou, na Justiça Eleitoral, um Mandado de Segurança (com pedido de liminar) no intuito de que lhe seja assegurada ampla defesa e o contraditório.
Gilvan Cajá alega, dentre outras coisas, que o Conselho Político (formado pelos presidentes dos partidos da Coligação “Pau dos Ferros para Todos") não tem competência para queimar, alijar, cercear, dar canto de carroceria em determinado postulante a uma vaga na chapa proporcional, sem que este seja comunicado e aceite – de bom grado – tal decisão.
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