04 março 2008

O ex-prefeito que administrou este município pólo do Alto-Oeste potiguar por 12 anos ou 144 meses, nunca doou uma bola “canarinho” – nem dente de leite – a ninguém e jamais deu um chute numa pelota de meia, agora, como se nunca tivesse exercido o cargo máximo desta cidade, está visitando os bairros e distribuindo uniformes de futebol, bolas, chuteiras, dentre outros apetrechos da prática futebolística, no intuito, único, de aliciar a consciência e a vontade soberana do povo.

É “muito estranho”, como diz uma música do cantor Dalto.

Se ele ainda não sabe, há muito os pau-ferrenses deixaram de ser moeda de troca e/ou mercadoria de terceira que se compra por qualquer valor.

Parafraseando-o quando fizera, recentemente, uma crítica sobre a distribuição de cópias de uma matéria jornalística na qual são apontadas irregularidades suas no superfaturamento das obras do “Machadão” que o Ministério Público Federal diz que ele poderá devolver aos cofres da União R$ 856 mil, eu digo: distribuição de material esportivo “PAGO SEI LÁ POR QUEM E COMO” (!?!) Alguém, porventura, arrisca um palpite?

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