“Nunca na história deste País”, digo, deste município, eu tinha visto, numa Sessão Plenária do Poder Legislativo, a população tão revoltada com os seus “representantes”. O Protesto foi geral!
Uma multidão – que fez um cortejo por diversas ruas da cidade em manifesto público contra o posicionamento de quatro vereadores (aliados do ex-prefeito) que votaram contra a construção de duas unidades de saúde - lotou as dependências físicas daquela Casa ostentando faixas, cartazes e emitindo um grito de guerra: “queremos justiça, queremos justiça”!
A Presidente da Câmara ainda tentou – sem sucesso - conter os ânimos dos revoltados cidadãos ali presentes.
Por ter perdido as rédias total da situação, ela se descontrolou, perdeu, também, as estribeiras e chamou-os de “mal-educados”. Coube ao parlamentar, Eraldo Alves, exercer a função de bombeiro no episódio.
O Vereador, Ismael Mendes, na sua fala, sob fortes aplausos, detonou o Assessor Jurídico da Câmara e até pediu aos seus pares para não mais acatarem pareceres assinados por ele.
“Quem é capaz de emitir um parecer favorável à cassação de dois vereadores eleitos pela vontade soberana do povo (sem qualquer base sólida ou amparo legal) é capaz de fazer qualquer outra coisa para afundar esse barco”, disse, indignado, o Vereador Ismael.
Uma multidão – que fez um cortejo por diversas ruas da cidade em manifesto público contra o posicionamento de quatro vereadores (aliados do ex-prefeito) que votaram contra a construção de duas unidades de saúde - lotou as dependências físicas daquela Casa ostentando faixas, cartazes e emitindo um grito de guerra: “queremos justiça, queremos justiça”!
A Presidente da Câmara ainda tentou – sem sucesso - conter os ânimos dos revoltados cidadãos ali presentes.
Por ter perdido as rédias total da situação, ela se descontrolou, perdeu, também, as estribeiras e chamou-os de “mal-educados”. Coube ao parlamentar, Eraldo Alves, exercer a função de bombeiro no episódio.
O Vereador, Ismael Mendes, na sua fala, sob fortes aplausos, detonou o Assessor Jurídico da Câmara e até pediu aos seus pares para não mais acatarem pareceres assinados por ele.
“Quem é capaz de emitir um parecer favorável à cassação de dois vereadores eleitos pela vontade soberana do povo (sem qualquer base sólida ou amparo legal) é capaz de fazer qualquer outra coisa para afundar esse barco”, disse, indignado, o Vereador Ismael.
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