A Câmara dos Deputados aprovou, no início da madrugada desta quarta, a proposta que impossibilita a eleição, por quatro anos, dos detentores de mandato que tenham mudado de partido fora de uma "janela" de 30 dias antes de um ano das eleições seguintes.
O substitutivo do deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS) ao projeto do deputado Luciano Castro (PR-RR), sobre a fidelidade partidária, foi aprovado com 292 votos a favor, 34 contra e 3 abstenções.
Segundo informações da Agência Câmara, a Casa deve analisar ainda os destaques para votação em separado ao texto em sessão extraordinária, marcada para as 19h desta quarta-feira. A sessão foi convocada pelo presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Pela proposta aprovada, os políticos só poderão trocar de partido no período compreendido entre 2 anos e 11 meses e três anos, caso tenham pretensões de disputar a próxima eleição. Isto porque o período de filiação partidária para disputar a eleição continua sendo de um ano antes do pleito.
O texto também anistia os cerca de 40 deputados que mudaram de partido nesta legislatura e abre um período até 30 de setembro próximo para que os interessados em trocar de legenda possam se filiar a outros partidos. Isso porque o substitutivo prevê que não haja efeitos retroativos a consultas feitas pelos partidos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre intepretações legais.
Segundo informações da Agência Câmara, a Casa deve analisar ainda os destaques para votação em separado ao texto em sessão extraordinária, marcada para as 19h desta quarta-feira. A sessão foi convocada pelo presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Pela proposta aprovada, os políticos só poderão trocar de partido no período compreendido entre 2 anos e 11 meses e três anos, caso tenham pretensões de disputar a próxima eleição. Isto porque o período de filiação partidária para disputar a eleição continua sendo de um ano antes do pleito.
O texto também anistia os cerca de 40 deputados que mudaram de partido nesta legislatura e abre um período até 30 de setembro próximo para que os interessados em trocar de legenda possam se filiar a outros partidos. Isso porque o substitutivo prevê que não haja efeitos retroativos a consultas feitas pelos partidos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre intepretações legais.
No entendimento do TSE, a questionamentos feitos em tese, ponderou-se que os mandatos pertenceriam aos partidos e não aos eleitos. A divulgação dessa análise contribuiu para esquentar a discussão sobre fidelidade, que já tramitava na Câmara como parte da reforma política desde o final de maio.
"Não se trata de anistia, mas de reconhecer um direito existente. Ninguém pode mudar as regras do jogo no meio da partida. Quem trocou de partido antes, o fez porque não havia regra clara sobre fidelidade partidária", disse o vice-líder do PCdoB, Flávio Dino (MA), um dos autores do texto. Ele acrescentou que a fidelidade estará garantida, qualquer que seja o governo: "Haverá um sistema de punição para os que trocarem de partido".
"Não se trata de anistia, mas de reconhecer um direito existente. Ninguém pode mudar as regras do jogo no meio da partida. Quem trocou de partido antes, o fez porque não havia regra clara sobre fidelidade partidária", disse o vice-líder do PCdoB, Flávio Dino (MA), um dos autores do texto. Ele acrescentou que a fidelidade estará garantida, qualquer que seja o governo: "Haverá um sistema de punição para os que trocarem de partido".
A aprovação desse projeto pela Câmara dos Depuados ainda terá que ser apreciado pela CASA REVISORA (o Senado) e, depois, ir à sanção Presidencial.
Mantida essa linha de raciocínio, SERÁ JOGADA A ÚLTIMA PÁ DE CAL no Ato Administrativo nº. 001/07 da Presidente da Câmara Municipal de Pau dos Ferros, Tércia Batalha, que, fudamentada num "parecer jurídico" (amparado numa consulta ao TSE sobre a quem, de fato, pertence o mandato parlamentar), arvorou-se em declarar vagos os cargos eletivos dos vereadores ISMAEL MENDES e SOCORRO CUNHA, conquistados nas urnas pela vontade soberana do povo pau-ferrense.
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