

“É desculpa de perdedor”.
Normalmente, ouvimos essa frase quando alguém – ou um grupo – é vencido numa batalha e procura, a todo custo, transferir seu fracasso para um bode expiatório.
Normalmente, ouvimos essa frase quando alguém – ou um grupo – é vencido numa batalha e procura, a todo custo, transferir seu fracasso para um bode expiatório.
Pois, bem.
Aqui, neste espaço, externo minha solidariedade ao Clube Centenário Pau-ferrense que, ontem à noite, na minha singela opinião, foi garfado pela atuação desastrosa de um “árbitro” que, pelo visto, já trazia o resultado da partida no bolso a favor do América de Natal. Dizem, até, que ele veio no mesmo veículo que trouxe a delegação americana. O jogo saiu de 2 a 1.
O "Carcará do Oeste" terminou o primeiro tempo em vantagem, com um gol, olímpico, de Diego. Ele poderia ter ampliado o placar. Haja vista, que criou inúmeras chances e as desperdiçou.
Já na etapa final, a equipe natalense empatou, nos primeiros minutos, e virou (com gol impedido). Os tentos foram assinalados, respectivamente, por Ronny e Berg.
Aqui, neste espaço, externo minha solidariedade ao Clube Centenário Pau-ferrense que, ontem à noite, na minha singela opinião, foi garfado pela atuação desastrosa de um “árbitro” que, pelo visto, já trazia o resultado da partida no bolso a favor do América de Natal. Dizem, até, que ele veio no mesmo veículo que trouxe a delegação americana. O jogo saiu de 2 a 1.
O "Carcará do Oeste" terminou o primeiro tempo em vantagem, com um gol, olímpico, de Diego. Ele poderia ter ampliado o placar. Haja vista, que criou inúmeras chances e as desperdiçou.
Já na etapa final, a equipe natalense empatou, nos primeiros minutos, e virou (com gol impedido). Os tentos foram assinalados, respectivamente, por Ronny e Berg.
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