
Na quinta-feira o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), distribuiu nova mensagem com um conteúdo ainda mais agressivo. O texto acusa Dilma de “mentirosa” e de ser gerente, não de um governo, mas de uma “embalagem publicitária”. A reação do dirigente tucano serviu para mostrar que Lula tem os nervos mais flexíveis e a língua mais solta do que Serra. “O Sérgio Guerra é um babaca”, disse Lula durante uma reunião ministerial.
O sangue-frio de Serra foi adquirido em mais de quatro décadas de atividade política e está servindo a uma bem calculada estratégia de campanha. Para não ser acusado de abandonar o governo de São Paulo, ele até hoje não assumiu em público a intenção de se candidatar à Presidência. Esse comportamento causou irritação em muitos tucanos e aliados interessados em amarrar acordos nos Estados.
De um mês para cá, no entanto, o planejamento de Serra começou a dar resultados. Um levantamento feito pela revista "ÉPOCA" entre dirigentes do PSDB mostra que as negociações nos bastidores avançam. Se a campanha oficial começasse hoje, Serra teria palanques certos em 22 Estados. Nos dez maiores colégios eleitorais, o Ceará é o único onde Serra ainda não tem o apoio confirmado de um candidato a governador.
O objetivo dos tucanos é unificar o apoio a Serra em cada Estado, ao contrário do que ocorreu em 2002 e 2006, quando pulverizaram os palanques e perderam a disputa. Na costura dos acordos, a maior vitória aconteceu em Minas Gerais, onde o governador Aécio Neves deixou de se comportar como um concorrente de Serra. Em dezembro, Aécio anunciou a desistência da candidatura ao Planalto. O temor dos tucanos paulistas é que ele repita o jogo duplo de 2002 e 2006. Nas duas eleições, ele pouco fez pelas campanhas de Serra e Geraldo Alckmin para não brigar com Lula e facilitar a própria eleição, por duas vezes, para o governo de Minas Gerais.
O sangue-frio de Serra foi adquirido em mais de quatro décadas de atividade política e está servindo a uma bem calculada estratégia de campanha. Para não ser acusado de abandonar o governo de São Paulo, ele até hoje não assumiu em público a intenção de se candidatar à Presidência. Esse comportamento causou irritação em muitos tucanos e aliados interessados em amarrar acordos nos Estados.
De um mês para cá, no entanto, o planejamento de Serra começou a dar resultados. Um levantamento feito pela revista "ÉPOCA" entre dirigentes do PSDB mostra que as negociações nos bastidores avançam. Se a campanha oficial começasse hoje, Serra teria palanques certos em 22 Estados. Nos dez maiores colégios eleitorais, o Ceará é o único onde Serra ainda não tem o apoio confirmado de um candidato a governador.
O objetivo dos tucanos é unificar o apoio a Serra em cada Estado, ao contrário do que ocorreu em 2002 e 2006, quando pulverizaram os palanques e perderam a disputa. Na costura dos acordos, a maior vitória aconteceu em Minas Gerais, onde o governador Aécio Neves deixou de se comportar como um concorrente de Serra. Em dezembro, Aécio anunciou a desistência da candidatura ao Planalto. O temor dos tucanos paulistas é que ele repita o jogo duplo de 2002 e 2006. Nas duas eleições, ele pouco fez pelas campanhas de Serra e Geraldo Alckmin para não brigar com Lula e facilitar a própria eleição, por duas vezes, para o governo de Minas Gerais.
RSS Feed
Twitter

Nenhum comentário:
Postar um comentário