13 julho 2009


Quanto às pesquisas de opinião pública que circulam (em off) nos gabinetes e aponta ROSALBA CIARLINI na dianteira, ele afirmou que apenas 16% das pessoas responderam, enquanto as demais continuam indiferentes ao processo; face à distância das eleições.

“As pesquisas são legítimas e a aspiração de cada um em governar seu estado, também. Mas, acho que colocá-las no tabuleiro das dicussões, neste momento, não faz sentido”.

Concernente aos nomes - situacionistas - para suceder a governadora, Wilma de Faria, ele enfatizou que NÃO é plausível lançar uma candidatura isolada ou estilhaçada.

“Existem bons nomes no nosso grupo e o meu está à disposição. Porque política se faz somando, reunindo forças – e não cerceando o direito dos outros”.

E concluiu: “a população quer votar no candidato que tiver a melhor proposta e que possa melhorar a sua vida e a da sua família. E nós temos tudo para lograr êxito – no pleito que se avizinha – acaso lancemos uma chapa, coesa, dentro da base de sustentação do Governo LULA no Rio Grande do Norte”.

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