O estado de saúde do Hospital Regional de Pau dos Ferros inspira cuidados. Ele que, há bem pouco tempo, estava acometido de uma simples virose “agora, mais do que nunca”, como diz, exaustivamente, o apresentador global, Faustão, tivera seu quadro clínico agravado, está na “UTI” (improvisada) – à beira da morte – e com uma vela na mão.
Lá, de tudo falta um muito. Desde médicos plantonistas (diários) até um simples “cachete”; salvo, as equipes de apoio que, mesmo impotentes diante desse caótico quadro, “viram-se nos 30” e conseguem – com bravura - cavar o chão com as unhas.
Num passado, não muito distante, a governadora, WILMA – que disse que FARIA – e, até ontem, não fizera, prometera implantar (naquele nosocômio) o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência-SAMU, uma Policlínica e, ainda, a UTI neonatal.
“Necas de Pitibiriba”!
As palavras da chefe do executivo estadual transformaram-se em “espumas ao vento” e num risco n´água. Ela, simplesmente, virou as costas para este município polo do Alto Oeste potiguar e só olha para ele, literalmente, de forma esguelhada, enviesada, atravessada.
É inconcebível – do ponto de vista da razão – que o seu desentranhamento político-partidário com o governo municipal, implique (por pura picuinha) no tratamento desdenhoso dela com o povo desta Terra dos “vaqueiros bravios”. Essa postura é de lascar o cano!
Lá, de tudo falta um muito. Desde médicos plantonistas (diários) até um simples “cachete”; salvo, as equipes de apoio que, mesmo impotentes diante desse caótico quadro, “viram-se nos 30” e conseguem – com bravura - cavar o chão com as unhas.
Num passado, não muito distante, a governadora, WILMA – que disse que FARIA – e, até ontem, não fizera, prometera implantar (naquele nosocômio) o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência-SAMU, uma Policlínica e, ainda, a UTI neonatal.
“Necas de Pitibiriba”!
As palavras da chefe do executivo estadual transformaram-se em “espumas ao vento” e num risco n´água. Ela, simplesmente, virou as costas para este município polo do Alto Oeste potiguar e só olha para ele, literalmente, de forma esguelhada, enviesada, atravessada.
É inconcebível – do ponto de vista da razão – que o seu desentranhamento político-partidário com o governo municipal, implique (por pura picuinha) no tratamento desdenhoso dela com o povo desta Terra dos “vaqueiros bravios”. Essa postura é de lascar o cano!
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