A política cultural do Governo, WILMA DE FARIA, decididamente, tentou alcançar todas as regiões do Rio Grande do Norte.
Com investimentos vultosos, o Estado pensou em levar arte e entretenimento à população do interior, além de fomentar o surgimento de novos grupos artísticos e resgatar as manifestações culturais de todas as regiões potiguares.
Com o "olhar" voltado para esse objetivo, a chefe do executivo norte-rio-grandense intencionou implantar 45 Casas de Cultura Popular.
Elas seriam Instaladas em prédios históricos reformados, valorizando o patrimônio arquitetônico, e deveriam contar com auditórios, pinacotecas, salas para oficinas de arte, boxes para artesanato e café-bar.
Seria uma revolução nessa área, específica, se, efetivamente, os projetos tivessem sido levados a sério e, por conseguinte, a cabo; o que NÃO fora. Porque os olhos da "guerreira" fitaram enviesados para o alvo.
Com investimentos vultosos, o Estado pensou em levar arte e entretenimento à população do interior, além de fomentar o surgimento de novos grupos artísticos e resgatar as manifestações culturais de todas as regiões potiguares.
Com o "olhar" voltado para esse objetivo, a chefe do executivo norte-rio-grandense intencionou implantar 45 Casas de Cultura Popular.
Elas seriam Instaladas em prédios históricos reformados, valorizando o patrimônio arquitetônico, e deveriam contar com auditórios, pinacotecas, salas para oficinas de arte, boxes para artesanato e café-bar.
Seria uma revolução nessa área, específica, se, efetivamente, os projetos tivessem sido levados a sério e, por conseguinte, a cabo; o que NÃO fora. Porque os olhos da "guerreira" fitaram enviesados para o alvo.
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