
Já o presidente da Associação de Psiquiatria de Brasília, Antônio Geraldo, também afirmou que é possível fazer prevenção, detecção e tratamento precoce das doenças mentais.
“Há remédios que custam centavos e se eles fossem dados aos pacientes com transtornos de humor, seriam evitados casos bipolares”, disse o médico considerando que o SUS não prioriza a prevenção.
Outro profissional da área médica - que acha a questão do financiamento premente - é o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Hélio Lauar de Barros. Ele defendeu o aumento de número de leitos disponíveis na rede hospitalar, bem como cuidados familiares, habilitação no emprego e educação da sociedade sobre o problema para evitar discriminação.
“Há remédios que custam centavos e se eles fossem dados aos pacientes com transtornos de humor, seriam evitados casos bipolares”, disse o médico considerando que o SUS não prioriza a prevenção.
Outro profissional da área médica - que acha a questão do financiamento premente - é o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Hélio Lauar de Barros. Ele defendeu o aumento de número de leitos disponíveis na rede hospitalar, bem como cuidados familiares, habilitação no emprego e educação da sociedade sobre o problema para evitar discriminação.
A professora de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina, Helena Calil, afirmou que deve haver uma preocupação (tanto do governo quanto do setor médico-hospitalar) visando a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares. Para ela, o ponto mais importante é que haja uma conscientização de que o debate deve ser contínuo para que a assistência pública possa alcançar os níveis desejáveis.
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