“A maior doação da Camargo Corrêa, nas eleições do ano passado, foi feita para a campanha à prefeitura de Curitiba de Gleisi Hoffmann(PT), esposa do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Foram 500 mil reais. Por que será que essa informação não foi divulgada? Por que fazer aparecer, apenas, o nome de dois senadores da oposição? Não vem que não tem; quem não deve não teme”, ressaltou.
De acordo com o parlamentar potiguar, é importante analisar a afirmativa da desembargadora Cecília Mello, do TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região, de que a investigação deveria ter analisado a documentação dos tribunais eleitorais: "(...) evitando-se, com essa simples, natural e lógica sequência investigatória, a criação de situações desnecessariamente constrangedoras para ambos os pólos envolvidos - doares e receptores".
O presidente regional dos Democratas aproveitou para alardear o fato de que há, claramente, o desvio de foco na divulgação da operação.
"O que, realmente, deve ser investigado é a denúncia de superfaturamento na refinaria de Pernambuco porque isso é fato declarado pelo Tribunal de Contas da União. A Camargo Corrêa não tem nenhuma obra no Rio Grande do Norte. Não podemos desviar o foco das investigações”, concluiu.
Por Romina Jácome
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