
Antes de deixar o comando do Palácio Francisco Pinto, o ex-prefeito, José Pinheiro, assinou toda documentação preliminar aos contratos, tais como: o Plano de Trabalho, declaração de previsão orçamentária e, depois de analisada toda documentação, avaliada e aprovado pela Caixa Econômica Federal, foi emitido o termo de convênio que, inclusive, já está assinada pela Superintendência da Caixa Econômica Federal; faltando, apenas, a assinatura do gestor municipal.
Entre os contratos que o ex-prefeito, José Pinheiro, não está querendo assinar estão um do Programa Pró-Município, no valor de R$ 543 mil, que garantiria a pavimentação de vias urbanas, construção do Centro de Comercialização de produtos da Agricultura Famílias, orçado em R$ 106 mil, convênio com a Fundação Nacional de Saúde no valor de R$ 500 (quinhentos mil reais) para construção de unidades sanitárias e, por fim, um convênio com o Ministério da Educação onde a deputada, Fátima Bezerra (PT), garantiu a aquisição de um ônibus escolar, no valor de R$ 125,750.00. Todos os contratos têm data limite ate 30 de março.
Segundo Klinger Pinto, em momento algum, a prefeita, Gorete Pinto, negou-se a renovar o contrato com a Maternidade Claudina Pinto. Apenas estamos querendo criar um conselho para gerenciar os recursos e isso o ex-prefeito, José Pinheiro, não esta aceitando.
"Apesar de não termos mais afinidade política e pessoal, não restam ressentimentos. Queremos, apenas, renovar o convênio e ver como os recursos serão aplicados, porque o Sistema Único de Saúde (SUS), passa somente R$ 25 mil para a Maternidade Claudina Pinto e a Prefeitura do Apodi passara R$ 70 mil é justo que nós saibamos como esses recursos serão aplicados", comentou Klinger Pinto.
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