Independentemente de qual seja a razão e/ou os argumentos utilizados para tentar convencer – quem quer que seja, professo ou não de uma entidade religiosa, afeito ou não às correntes que a condenam, veementemente -, eu, “um simples mortal”, também sou contrário à prática da EUTANÁSIA que, segundo alguns dicionários, significa “a boa morte”.
NÃO COMPETE a mim, tampouco, a um médico – por melhor e qualificado que seja – decidir quem vai viver ou morrer. Na minha singela opinião, ele, que fizera o juramento de Hipócrates, está incumbido de salvar vidas; NÃO de ceifá-las.
Ora. DEUS, o Criador dos Céus e da Terra e de todas as Criaturas neles existentes, não o faz, porque, então, nós, suas criaturas, haveríamos de fazê-lo???? Isso seria, meramente, uma inversão de valores.
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