23 outubro 2008


Já não se fazem “lideranças” políticas como antigamente. O resultado das eleições do último dia 05 de outubro são suficientes para ratificar essa premissa.

Ora, não foram poucos os municípios nos quais prefeitos, deputados, senadores, os governadores e, até, o presidente da República deram apoio, incondicional, aos seus candidatos prediletos e, mesmo assim, estes não lograram êxito.

Deste modo, podemos concluir que, muitas vezes, o detentor de um mandato eletivo pode ser um excelente cooptador de votos para si mesmo. Mas, quanto à transferência dos sufrágios, em favor de outrens, sua performance não parece somar lá essas coisas, não!

Exemplo disso é a Governadora Vilma de Faria. As urnas mostraram, claramente, que ela fora, sem nenhuma dúvida, a maior derrotada no pleito eleitoral próximo passado.

Não poderíamos, porém, deixar passar em “brancas nuvens” um número considerável de prefeitos que não conseguiram emplacar e eleger seus correligionários/apadrinhados.

Noutra vertente, diversos deputados estaduais e federais também amargaram derrotas significativas – que podem comprometer, substancialmente, o futuro político deles.

Seria um pecado não lembrar que os 03 (três) senadores potiguares oscilaram entre ganhos e perdas no embate de 2008.

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