15 outubro 2008


A repercussão sobre a inserção no Programa Eleitoral, gratuito, da ex-prefeita e ex-“ministra” (do "turismo"), petista Marta Suplicy, quando ela insinuou que o Prefeito Democrata, Gilberto Kassab – pelo fato de não ser casado e, por sua vez, não ser pai - caiu como uma bomba no alto clero da sigla.

Do mais simples dos mortais do PT, até chegar ao Presidente da República, Lula da Silva, as indagações da prefeitável foram sensuradas. A senadora, Fátima Cleide, por exemplo,
que tem um Projeto de Lei, tramitando na Casa Legislativa, contrário à discriminação – de toda ordem – disse que ela “deu um tiro no pé”!

Ontem, na sessão plenária do Senado, o PSDB tomou as dores e repudiou, com veemência, a postura de uma mulher (sexóloga de carteirinha) que, esquecendo-se do fogo de palha que está incendiando seu rabo – por ter chifrado, à luz do dia, o conceituado senador Eduardo Suplicy com o argentino Luis Frave – e, ainda, por ser mãe de um filho roqueiro, SUPLA, (que também não é casado) e, tampouco, é pai.

O parlamentar, Papaléo Paes, tucano do Amapá, sentou a pua na Candidata do PT e disse, enfaticamente, que a última pá de cal que ela precisava para – segundo dizia Machado de Assis, no seu Livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas” -, dedicado ao primeiro verme que corroesse sua carne, ela tinha jogado sobre si, na vala comum, com sua infeliz indagação. Ele fora aparteado - por muitos dos seus pares - em solidariedade ao Prefeito Gilberto Kassab.

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