23 outubro 2008


O presidente, Lula da Silva, por sua vez, na sua mal-sucedida empreitada, e de posse de um equivocado discurso, nos lugares onde se aventurou a abençoar uma campanha, levou uma surra “conversada”.

Nem sua popularidade, invejável, fora suficiente para livrá-lo desse vexame.

Isso, na minha ótica, acendeu o sinal vermelho (que neste caso, específico, não são as cores do PTismo), para que o Chefe do Executivo da União passe por longe – muito longe – de fazer seu (sua) sucessor (a) com vistas ao Palácio do Planalto.

Ele, não paira nenhuma dúvida a ninguém (em sã consciência), tem um capital eleitoral gigantesco. Todavia, é só e somente só para si mesmo. Não consegue – por mais que se esforce – direcioná-lo para mais ninguém.

No próximo domingo (26/10) será o segundo turno. E lá em São Paulo, Marta Suplicy, sua candidata, vai amargar uma derrota esmagadora para o DEMocrata Gilberto Kassab – como acontecera com Fátima Bezerra (em Natal) e noutras cidades onde ele se arvorou em “apoiar” aliados.

Quem for contrário à minha tese, que "atire a primeira pedra!"

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