
Uma equipe do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia chegou, por volta das 12h deste domingo (19), ao Centro Hospitalar de Santo André, no ABC, para iniciar o processo de retirada dos órgãos da estudante Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, que teve morte cerebral. A família da jovem, baleada pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, após 100 horas como refém, autorizou, nesta manhã, a doação dos órgãos.
O primeiro procedimento dos médicos antes da retirada dos órgãos é fazer exames para saber que tipo de doadora é Eloá. Esse processo pode durar de seis a 12 horas, de acordo com o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, que foi ao centro hospitalar no início desta tarde acompanhado de Luiz Antonio Marrey, titular da Justiça. Eles disseram que foram prestar solidariedade às famílias de Eloá Pimentel e de Nayara Silva.
A previsão de Barradas é que os órgãos comecem a ser retirados entre 22h e meia-noite deste domingo. “Não sabemos, ainda, quais serão os receptores”, disse o secretário de Saúde, que elogiou a opção da família pela doação.
O primeiro procedimento dos médicos antes da retirada dos órgãos é fazer exames para saber que tipo de doadora é Eloá. Esse processo pode durar de seis a 12 horas, de acordo com o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, que foi ao centro hospitalar no início desta tarde acompanhado de Luiz Antonio Marrey, titular da Justiça. Eles disseram que foram prestar solidariedade às famílias de Eloá Pimentel e de Nayara Silva.
A previsão de Barradas é que os órgãos comecem a ser retirados entre 22h e meia-noite deste domingo. “Não sabemos, ainda, quais serão os receptores”, disse o secretário de Saúde, que elogiou a opção da família pela doação.
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