
A Mesa Diretora do Senado decidiu nesta terça-feira (9) que não irá cumprir a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de afastar o senador Expedito Júnior (PR-RO) do cargo. Para a Mesa, o senador só pode deixar o mandato quando o processo de cassação for concluído.
Expedito foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) por compra de votos, mas ainda cabe recursos ao TSE. Mesmo assim, o TSE decidiu na semana passada que o senador não poderia continuar no cargo enquanto espera o julgamento do recurso.
O senador é acusado de, durante as eleições de 2006, ter obrigado funcionários de uma empresa de propriedade de seu irmão a votar em sua coligação. Cada funcionário teria sido orientado a conquistar mais votos de seus familiares e amigos em troca do pagamento de R$ 100,00.
Por meio de sua assessoria, o senador nega a prática de compra de votos e afirma que irá recorrer - até a última instância - para provar sua inocência.
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