09 agosto 2008

"PODRE EM VIDA"

Rapaz, ontem à noite, lá no bar de Jacó Mesquita, vizinho ao cemitério, expeliram uns flatos que NÃO tinha cachorro da moléstia que suportasse.

A autoria do crime fora imputada a Luiz de Tinô.

O homem estava, deveres, ”podre em vida” e não teve perfume nenhum (nem francês) que aliviasse o odor exalado pela putrefação advindo da sua flatulência.

Tenho, como testemunha olfativa, Dr. Vilsemar, Laércio Vidal, Ozias Chaves, Zé Filho, e uma legião de cheiradores – espontâneos - que estavam por lá, e, sem querer, foram obrigados a sentir e inalar aquela podridão.

Era uma mistura, fermentada, de cebola, com queijo vencido, pão, fussura e coisas do gênero.

Aldemir da Recorel ( e o LIMPA FOSSAS) faturou bem, ontem, às nossas custas.

Ainda bem que Jacó deu-lhe um chá de marcela com boldo! Foi, momentaneamente, a nossa salvação.

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