30 junho 2008

Ontem, possivelmente, ele transformou a sigla numa carroça de aluguel e aproveitou o ensejo para blasfemar contra o salvador e expiador dos pecados da humanidade, Jesus Cristo, ao Lhe comparar com o ex-prefeito, o qual ele sentia, até poucos dias, ojeriza, asco, repugnância e tinha um conceito não muito salutar sobre ele.

O tempo passou e, eis que, seus pronunciamentos, tornaram-se um risco na água e palavras ao vento.

Portanto, transcrevo, na íntegra, a correspondência que lhe fora endereçada, em 10 de junho de 2006. Leiam-na e tirem suas conclusões sobre a arapuca que armaram para o pastor/vice-prefeito, Alfredo Luiz, e ele, que apagou o que dissera em praça pública (e eu tenho gravado), engoliu sua verborragia (contrariando a Bíblia) e fizera com que seu “SIM”, deixasse de ser “SIM” e o seu
“NÃO”, “NÃO”.

Logo, reputo que isso é um péssimo exemplo para um exortador, admoestador, conselheiro e “pregador” da Palavra de Deus.

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