30 junho 2008


Não causou surpresa e nem espanto a ninguém - pelo menos para mim não - o fato de que o Pastor e Vice-prefeito, Alfredo Luiz de Melo, ter se afastado, espontaneamente, do grupo situacionista para apoiar uma candidatura de oposição. Estava na cara – igual a papeira. Porque, tudo leva a crer - e parece irrefutável meu pensamento - de que interesses e projetos, eminentemente pessoais, estavam, na sua pauta, num patamar bem mais elevado do que o desenvolvimento de Pau dos Ferros e a melhoria da qualidade de vida do seu povo.

Pau dos Ferros inteira sabe, inclusive, a torcida da seleção brasileira, que ele, há muito, vinha esboçando esse desejo.
Desde 2005, pouco tempo após a posse, que não faltaram chantagens, insatisfação – sem nenhuma fundamentação lógica - aliadas a muitas picuinhas (advindas da parte dele) que foram digeridas secas, sem água benta, pela atual administração.

Em nenhum momento, o chefe do executivo pau-ferrense fora desleal, incoerente e/ou deselegante com o apascentador de ovelhas da igreja Assembléia de Deus e segunda pessoa na hierarquia administrativa desta urbe. Longe disso!
Espaço no governo municipal, ele tivera de sobra e além da conta.

Até mesmo ser abordado (por um grupo inconformado de vereadores, em 2005, e depois desse período) para fazer parte de uma conspiração que tinha como intuito e objetivos primários cassar o mandato do prefeito, Leonardo Rêgo, ele fora. E, se não fosse a resistência de alguns edis – que não vislumbraram motivo algum para abraçar uma insanidade desse tipo –, ele teria caído, como presa fácil, naquela armadilha.

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