O interessante, nessa história toda, é que ele encarava a situação com a maior naturalidade e sem peso nenhum na consciência. Simplesmente, jogava duplo. Porque, em todas as solenidades, depois de bradar que a atual gestão – da qual fazia parte – tinha sido enviada por Deus, ele terminava seu discurso (certamente, da boca pra fora) com o jargão: “Leonardo, meu prefeito é você!”.
E, de repente, de uma hora para outra, sem qualquer justificativa que o ampare, seu discurso mudou. A Bíblia chama isso de hipocrisia. E eu acho que não existe outro substantivo que defina melhor esse posicionamento.
Não sou profeta, vidente, quiromante, tampouco prognosticador de eventos. Mas, há muito, previra esse episódio. Haja vista que, em 10 de março de 2006, eu fizera uma carta/epístola e fora à sua residência entregá-la em suas mãos. Ele a leu, lentamente, refletiu e dissera que este escrevinhador tinha razão e que JAMAIS arredaria ou sairia de perto do seu prefeito e líder.
E tem mais. O Partido da República (PR) – no qual ele está filiado e é presidente – fora-lhe dado, de mão beijada, pelo cidadão/político, Leonardo Rêgo, através do Deputado Federal João Maia.
E, de repente, de uma hora para outra, sem qualquer justificativa que o ampare, seu discurso mudou. A Bíblia chama isso de hipocrisia. E eu acho que não existe outro substantivo que defina melhor esse posicionamento.
Não sou profeta, vidente, quiromante, tampouco prognosticador de eventos. Mas, há muito, previra esse episódio. Haja vista que, em 10 de março de 2006, eu fizera uma carta/epístola e fora à sua residência entregá-la em suas mãos. Ele a leu, lentamente, refletiu e dissera que este escrevinhador tinha razão e que JAMAIS arredaria ou sairia de perto do seu prefeito e líder.
E tem mais. O Partido da República (PR) – no qual ele está filiado e é presidente – fora-lhe dado, de mão beijada, pelo cidadão/político, Leonardo Rêgo, através do Deputado Federal João Maia.
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