Segundo o dicionário Aurélio a “mentira” é o “ato de mentir, engano, impostura, fraude, falsidade (pop.) patranha, peta, lenda, loas, maranhão, cascata, conto da carochinha, lorota, potoca, prego, rodela, gamela, moca, mariquinha, maxambeta. . .”
Estamos às vésperas de uma eleição. E nada melhor do que aproveitarmos este dia para refletirmos sobre a definição deste verbete e fazermos um retrospecto dos candidatos que se apresentam - ou que estão colocando seus nomes para apreciação popular – e vermos se o que eles dizem, agora, teve alguma realização prática no passado, enquanto detentores de mandatos eletivos, ou se, apenas e tão-somente, estão querendo, mais uma vez, empurrar de goela abaixo, no intuito de enganar os eleitores, uma história cabeluda da carochinha. Vôti!!!
Promessa eleitoral - sem cumprimento - é, também, uma mentira deslavada.
“Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade”, diz a Bíblia.
E acrescenta: “quem tiver ouvidos que ouça”!
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