O município, por exemplo, investiu c. de R$ 200 mil – como contrapartida – na drenagem, pavimentação asfáltica e paisagismo da rua “13 de Maio”. Foram gastos R$ 70 mil na pavimentação de 07 ruas no bairro São Vicente de Paulo; R$ 14 mil na iluminação da parede da barragem; mais de R$ 30.000 para desapropriação de uma casa que estrangulava uma rua do bairro João XXIII e o terreno onde está edificado o Centro de Saúde do bairro Paraíso; R$ 148,5 mil para drenagem, pavimentação e construção de uma passagem molhada que ligará o bairro São Geraldo ao centro da cidade – além da pavimentação, a paralelepípedo, de um trecho (aos fundos da Prefeitura) que ligará, também, o centro da cidade ao São Geraldo, via ponte, investimento substancial no CEFET, dentre muitas outras obras, em diversos bairros, que, num curto de espaço de tempo, serão anunciadas.
Acresça-se, a esses montantes, uma média de 8% como contrapartida para todos os convênios celebrados com o Governo Federal.
Assim sendo, NÃO FOI À-TOA que o Prefeito, Leonardo Rêgo, na solenidade de assinatura da ordem de serviços da passagem molhada do bairro São Geraldo, no último domingo, disse, em alto e bom som, que o dinheiro oriundo dos impostos do povo de Pau dos Ferros, gerido por ele, “dá cria”.
E eu digo: rende mais do que arroz solto.
Acresça-se, a esses montantes, uma média de 8% como contrapartida para todos os convênios celebrados com o Governo Federal.
Assim sendo, NÃO FOI À-TOA que o Prefeito, Leonardo Rêgo, na solenidade de assinatura da ordem de serviços da passagem molhada do bairro São Geraldo, no último domingo, disse, em alto e bom som, que o dinheiro oriundo dos impostos do povo de Pau dos Ferros, gerido por ele, “dá cria”.
E eu digo: rende mais do que arroz solto.
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