Não sou muito de alarmar, nem de alardear medo – de nada - sob os céus invisíveis. Mas, confesso (sem nenhuma vergonha) que, no último SÁBADO, 29/03, face às precipitações pluviométricas, incessantes, subiu, literalmente, um friozinho pela barriga e pelo “espinhaço”.
Nunca – desde minha tenra idade – tinha visto tanta chuva num dia só. Deu-me arrepios. Mas, como acredito nas promessas do Criador do Universo de que não mais haverá um dilúvio, isso, por si só, deu-me um certo alívio, conforto e revigoramento na noite do sétimo dia (“de descanso sabático”).
Sei que a Arca - que pousou no monte Ararate -, possivelmente, território da Turquia hoje, foi uma vez para sempre o meio usado para preservar as espécies, Noé, sua família e, conseqüentemente, nós - seus descendentes.
Nunca – desde minha tenra idade – tinha visto tanta chuva num dia só. Deu-me arrepios. Mas, como acredito nas promessas do Criador do Universo de que não mais haverá um dilúvio, isso, por si só, deu-me um certo alívio, conforto e revigoramento na noite do sétimo dia (“de descanso sabático”).
Sei que a Arca - que pousou no monte Ararate -, possivelmente, território da Turquia hoje, foi uma vez para sempre o meio usado para preservar as espécies, Noé, sua família e, conseqüentemente, nós - seus descendentes.
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