Outro fato inusitado aconteceu, ontem, na Câmara Municipal.
Novamente, “nunca na história deste município”, aquela Casa tinha se utilizado de Decreto Legislativo para consultar a população do município sobre a denominação de bens e logradouros públicos - como aconteceu no tocante ao nome que deverá ser dado à Praça de Eventos. Como dizia Luiz Gonzaga, “derna que eu me entendo de gente” não tinha visto isso acontecer.
Em dezembro de 2004, no apagar das luzes, os vereadores de então, denominaram a Quadra Poliesportiva do Riacho do Meio de “Ver. Milton França”. No mesmo sentido agiram para nominar a quadra descoberta do bairro Manoel Deodato de “Assis Bigodão”. Aí pergunto: por que não fizeram um plebiscito já naquela época?
Novamente, “nunca na história deste município”, aquela Casa tinha se utilizado de Decreto Legislativo para consultar a população do município sobre a denominação de bens e logradouros públicos - como aconteceu no tocante ao nome que deverá ser dado à Praça de Eventos. Como dizia Luiz Gonzaga, “derna que eu me entendo de gente” não tinha visto isso acontecer.
Em dezembro de 2004, no apagar das luzes, os vereadores de então, denominaram a Quadra Poliesportiva do Riacho do Meio de “Ver. Milton França”. No mesmo sentido agiram para nominar a quadra descoberta do bairro Manoel Deodato de “Assis Bigodão”. Aí pergunto: por que não fizeram um plebiscito já naquela época?
Por que a renomada Praça do “CD”, passou a se chamar de Nelson Maia sem que o povo fosse ouvido? Por que o Calçadão (do centro da cidade) chama-se Zeferino Vilaça, se o povo não opinou?
Por que o Centro de Informática (Laboratório de Informática) da Câmara foi denominado de Marta Batalha se nenhum vivente comum de Pau dos Ferros deu sugestão nesse sentido?
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