
Era o nome de uma embarcação carioca de turismo que foi modificada, com acréscimo de dois andares e um terraço suplementar. A embarcação, embora fosse considerada pelas autoridades como parte integrante da paisagem da cidade do Rio de Janeiro, sua arquitetura, na realidade, não passava de uma gaiola a motor utilizada no rio Amazonas, mas que, no RÉVEILLON de 1988/1989, ao se deslocar para fora da barra, para assistir à famosa cascata de fogos promovida pelo Hotel Le Méridien, deu com um mar de ondas pesadas, vindo a naufragar.
O naufrágio, que causou a morte de cinqüenta e cinco pessoas, das cento e quarenta e duas que estavam a bordo, ocorreu no encontro das águas da Baía de Guanabara com o mar, tendo sido ocasionado, em parte, por um adernamento, seguido de uma rápida movimentação mais acentuada de carga nos andares superiores.
Esse acidente, que provocou a morte de dezenas de turistas, deixou latentes diversos responsáveis, entre eles a empresa de turismo, que se preocupava em lotar o andar superior, os passageiros que disputavam o estibordo desse local, as autoridades competentes do Estado do Rio de Janeiro, que exploravam as imagens da embarcação, e a Capitania dos Portos, que relaxou na fiscalização, dando lugar a um longo processo judicial.
A atriz, Yara Amaral perdeu a vida nessa tragédia. Também estava na embarcação o ex-ministro do Planejamento, Aníbal Teixeira, que sobreviveu.
Fonte: Wikipédia (enciclopédia livre)
O naufrágio, que causou a morte de cinqüenta e cinco pessoas, das cento e quarenta e duas que estavam a bordo, ocorreu no encontro das águas da Baía de Guanabara com o mar, tendo sido ocasionado, em parte, por um adernamento, seguido de uma rápida movimentação mais acentuada de carga nos andares superiores.
Esse acidente, que provocou a morte de dezenas de turistas, deixou latentes diversos responsáveis, entre eles a empresa de turismo, que se preocupava em lotar o andar superior, os passageiros que disputavam o estibordo desse local, as autoridades competentes do Estado do Rio de Janeiro, que exploravam as imagens da embarcação, e a Capitania dos Portos, que relaxou na fiscalização, dando lugar a um longo processo judicial.
A atriz, Yara Amaral perdeu a vida nessa tragédia. Também estava na embarcação o ex-ministro do Planejamento, Aníbal Teixeira, que sobreviveu.
Fonte: Wikipédia (enciclopédia livre)
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