Não vou dizer que a caminhada da (Paz???) não tinha ninguém, porque, possivelmente, chamar-me-ão de radical; não vou dizer que só tinham cinco gatos pingados, porque, evidentemente, perguntar-me-ão pelo sexto; não vou afirmar que as pessoas que participaram da Santa Missa daria, talvez, para lotar a capela de D. Bosco, porque, fica claro, falar-me-ão que aquele local de oração é muito estreito; não vou dizer que os veículos automotores que acompanharam o cortejo eram poucos, porque, não tenho dúvidas, dir-me-ão que alguns ficaram no prego no meio do caminho; não vou dizer que algumas leituras bíblicas feitas naquela ocasião (as pessoas que o fizeram) assassinaram o nosso bom Português, porque, na verdade, a danada da Língua Materna é meio complicada mesmo. Enfim. . . O certo é que faz tempo que acompanho e assisto descidas e mais descidas na “Marquês de Sapucaí” pau-ferrense, mas, (não juro porque Deus disse: “Não jureis nem pelo Céu, nem pela Terra”) NUNCA vi carreata, passeata, caminhada, cortejo, romaria, ajuntamento, aglomeração, peregrinação - qualquer que seja o substantivo - TÃO PÍFIO quanto o de ontem.
Eu pensei, cá com os meu botões, que aquele alvoroço todo feito, exaustivamente, com carro de som, rádio e jornal conspirariam a favor dos promoventes. Ledo engano! Pelo visto e não visto, as estratégias tiveram efeitos contrários. É de lascar, né, “vei”??? Vôte!!!
Eu pensei, cá com os meu botões, que aquele alvoroço todo feito, exaustivamente, com carro de som, rádio e jornal conspirariam a favor dos promoventes. Ledo engano! Pelo visto e não visto, as estratégias tiveram efeitos contrários. É de lascar, né, “vei”??? Vôte!!!
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