Continuo achando que a disposição dos eleitores para escolher candidatos na chapa proporcional está meio que apática.
Talvez seja (é uma condicional) pelo fato de que, possivelmente, os eleitores – na sua grande maioria e por um motivo qualquer – tenha se frustrado com o seu vereador ou, ainda, que ele não tenha correspondido, à altura, às suas expectativas, enquanto representante, legítimo, do povo; em detrimento de interesses, unicamente, individuais.
Noutra linha, antevejo que a votação dada, em maior grau, a PELÉ DA FARMÁCIA, por exemplo, seja o resultado da sua boa articulação nos bastidores. E isso conta muito tanto numa consulta desse tipo, quanto na eleição propriamente dita. E ele partiu para cima.
Observando por outro ângulo, vejo que a votação, proporcionalmente tímida, do vereador NEL de Gagaça, que obtivera 925 votos no pleito de 2004, não pode, nem deve, servir de termômetro para indicar que ele despencou da sua corrida à reeleição. Não é esse o caso. É possível que a baixa escolha ao seu nome, na enquete, seja em decorrência de que sua base eleitoral, encravada, basicamente, no bairro Manoel Deodato, pelo fato de, ainda, não termos, em nossa cidade, uma maciça inclusão digital, aqueles simpatizantes do parlamentar PSBista não tenham tido a oportunidade de manifestar sua intenção.
Quanto a GILBERTO Tomaz, não sei o porquê, mas creio, que fora estratégico em não querer revelar sua legião de amigos afeitos à sua candidatura, preferindo, quem sabe, ficar na espreita, fazendo-se de morto, como quem se passa por um sacristão para. . .
A opção “OUTROS” obtivera 68 sufrágios para sinalizar que, possivelmente, existam potenciais nomes (DE PESO) na sigla, talvez até literais, que ainda não se lançaram e que poderão fazê-lo num momento oportuno.
Assim sendo, a enquete fora, apenas e tão-somente, uma sondagem breve nos quadros apontados, até o momento, pelo PSB, na concorrida CORRIDA (rimou) rumo a uma vaga no legislativo pau-ferrense em 2008.
Talvez seja (é uma condicional) pelo fato de que, possivelmente, os eleitores – na sua grande maioria e por um motivo qualquer – tenha se frustrado com o seu vereador ou, ainda, que ele não tenha correspondido, à altura, às suas expectativas, enquanto representante, legítimo, do povo; em detrimento de interesses, unicamente, individuais.
Noutra linha, antevejo que a votação dada, em maior grau, a PELÉ DA FARMÁCIA, por exemplo, seja o resultado da sua boa articulação nos bastidores. E isso conta muito tanto numa consulta desse tipo, quanto na eleição propriamente dita. E ele partiu para cima.
Observando por outro ângulo, vejo que a votação, proporcionalmente tímida, do vereador NEL de Gagaça, que obtivera 925 votos no pleito de 2004, não pode, nem deve, servir de termômetro para indicar que ele despencou da sua corrida à reeleição. Não é esse o caso. É possível que a baixa escolha ao seu nome, na enquete, seja em decorrência de que sua base eleitoral, encravada, basicamente, no bairro Manoel Deodato, pelo fato de, ainda, não termos, em nossa cidade, uma maciça inclusão digital, aqueles simpatizantes do parlamentar PSBista não tenham tido a oportunidade de manifestar sua intenção.
Quanto a GILBERTO Tomaz, não sei o porquê, mas creio, que fora estratégico em não querer revelar sua legião de amigos afeitos à sua candidatura, preferindo, quem sabe, ficar na espreita, fazendo-se de morto, como quem se passa por um sacristão para. . .
A opção “OUTROS” obtivera 68 sufrágios para sinalizar que, possivelmente, existam potenciais nomes (DE PESO) na sigla, talvez até literais, que ainda não se lançaram e que poderão fazê-lo num momento oportuno.
Assim sendo, a enquete fora, apenas e tão-somente, uma sondagem breve nos quadros apontados, até o momento, pelo PSB, na concorrida CORRIDA (rimou) rumo a uma vaga no legislativo pau-ferrense em 2008.
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