29 outubro 2007


Para exercer o oficio da medicina não basta, apenas, ter concluído uma graduação em nível superior na área. Pois, ele não é um fim em si mesmo, especialmente no mundo moderno, tecnológico e complexo.

É necessário muito mais: dedicação, aperfeiçoamento e reciclagem constantes. É de fundamental importância para o bom exercício da medicina e é, também, mais do que recomendável, que o profissional se mantenha sempre atualizado através de cursos de especialização, programas de residência médica, cursos técnicos, seminários, conferências, congressos científicos, etc.

O (re) credenciamento, permanente, torna-se uma "norma" (implícita) - entre os médicos - imposta pela realidade cotidiana. Esta tensão entre teoria e prática é inerente à atividade médica.

Por outro lado, ser médico significa, também, uma certa adoção de um modo de vida aos moldes sacerdotais. Jurados a prestar assistência em quaisquer circunstancias, os médicos são obrigados, em muitos casos, a contrariar sua natureza humana - que clama por descanso, intimidade, lazer e ócio. Esta tensão entre vida privada e vida pública é inerente à atividade médica.

Pautado nessa premissa e preocupado em oferecer – cada vez mais – serviços de qualidade comprovada à sua clientela -, o DR. IVONÉZIO QUEIROZ, comunica aos seus pacientes (que tenham um pouquinho só de paciência) porque ele NÃO ATENDERÁ ESTA SEMANA NA CLIMEP. Posto que viajou à cidade de Bento Gonçalves, Estado do Rio Grande do Sul, para participar, nos dias 30 e 31 de outubro, de um curso promovido pela Sociedade Internacional de Densitometria e, de 01 a 03 de novembro, do I CONGRESSO BRASILEIRO DE DENSITOMETRIA ÓSSEA, OSTEOPOROSE E OSTEOMETABOLISMO, que ali serão realizados.

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