Na Carta do Apóstolo Paulo aos Filipenses, capítulo 2, versículo 3, ele diz: “nada façais por contenda ou por vanglória, mas com HUMILDADE cada um considere os outros superiores a si mesmo. . .”
Quem, na sua vaidade e megalomania, tentou cruzar a vida na contramão e com o sinal vermelho fora tolhido:
O Gigante Golias tombou para o servo Davi;
O titatinic, maior navio do mundo, fora construído para nunca afundar. Seu fim, todos conhecem;
Adolf Hitler, o todo poderoso e insensível ditador, cometeu suicídio;
Mike Tayson, maior pugilista do mundo, sucumbiu e foi à lona;
A “imbatível” seleção brasileira de 1982 amarelou e perdeu para a Itália;
Airton Senna, o melhor piloto de fórmula 1 do mundo, morreu de acidente;
As torres gêmeas de Nova York desmoronaram;
O sangüinário Sandan Hussein, fora condenado à forca. . .
Estes exemplos, talvez, sirvam para ilustrar a imponência, arrogância, insensibilidade e prepotência que algumas pessoas ostentam agora, deixando, todavia, de atentar para a efemeridade e os seus diminutos momentos de fama.
Normalmente - a história é testemunha disso e Deus não dorme - quando se pretende crescer serrando as escadas dos outros, detratando, traindo e apunhalando pelas costas, mais cedo ou mais tarde, no efeito bumerangue, a queda vem acompanhada de um coice.
Quem viver, verá!
Quem, na sua vaidade e megalomania, tentou cruzar a vida na contramão e com o sinal vermelho fora tolhido:
O Gigante Golias tombou para o servo Davi;
O titatinic, maior navio do mundo, fora construído para nunca afundar. Seu fim, todos conhecem;
Adolf Hitler, o todo poderoso e insensível ditador, cometeu suicídio;
Mike Tayson, maior pugilista do mundo, sucumbiu e foi à lona;
A “imbatível” seleção brasileira de 1982 amarelou e perdeu para a Itália;
Airton Senna, o melhor piloto de fórmula 1 do mundo, morreu de acidente;
As torres gêmeas de Nova York desmoronaram;
O sangüinário Sandan Hussein, fora condenado à forca. . .
Estes exemplos, talvez, sirvam para ilustrar a imponência, arrogância, insensibilidade e prepotência que algumas pessoas ostentam agora, deixando, todavia, de atentar para a efemeridade e os seus diminutos momentos de fama.
Normalmente - a história é testemunha disso e Deus não dorme - quando se pretende crescer serrando as escadas dos outros, detratando, traindo e apunhalando pelas costas, mais cedo ou mais tarde, no efeito bumerangue, a queda vem acompanhada de um coice.
Quem viver, verá!
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