29 setembro 2007


A balela da defesa dos qüinqüênios para os servidores municipais, na minha ótica, soou como um pretexto que não guarda o menor sentido. Até porque, se isso, de fato, fosse verdade, a oposição não teria emendado o art. 209 do Regime Jurídico Único retroagindo os efeitos financeiros da Lei para janeiro de 2007; o que – na prática – tirou a legalidade desse direito, inserido naquela Norma Jurídica no texto original, que deveria passar a valer “90 dias a partir da data de sua publicação”.
Portanto, se (hoje) os funcionários públicos cobram “garantias” trabalhistas “adquiridas” e, até o momento, foi-lhes – supostamente – negadas, a culpa cabe e deve ser imputada à oposição que procura, na maioria das votações do Legislativo, colocar questões político-partidárias num patamar superior à vida do povo de Pau dos Ferros e do desenvolvimento da cidade.


Ora, um vereador, neste município, para quem não sabe, “TRABALHA” um dia, digo, algumas horas por semana (na quinta-feira à tarde), recebe R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos Reais), somada à verba de Gabinete de c. R$ 700,00, totaliza R$ 3.200.00 (TRÊS MIL E DUZENTOS REAIS), acha pouco e luta, desesperadamente, para a Prefeitura passar mais dinheiro para lá.


Esse, provavelmente, foi o motivo pelo qual alguns vereadores “torceram a cara” (de) para o projeto e viraram as costas para o povo.


Tenho dito.

Um comentário:

Unknown disse...

MAZINHO COMO FALEI, LEGISLAM EM "CAUSA PRÓPRIA", "E O POVO"? QUE SE DANE!