A natação foi quem deu mais medalhas para o país. Foram 108 medalhas. Clodoaldo Silva, Daniel Dias, André Brasil e Adriano Lima estão entre os que mais contribuíram para o sucesso da equipe.
Os nadadores ganharam oito medalhas cada um. Daniel foi o mais dourado de todos. No entanto, o 'tubarão' das piscinas, indiscutivelmente, foi o grande destaque.
O norte-rio-grandense, CLODOALDO SILVA, bateu oito recordes mundiais (duas vezes nos 50m borboleta S4, 50m livre S4, 150m medley SM3, 200m livre S4, 50m peito SB3, 100m livre S4, e 4x50m medley, a última marca).
2 - CANADÁ: 49 de ouro; 37 de prata e 27 de bronze. Total: 113
3 - MÉXICO: 37 de ouro; 43 de prata e 36 de bronze. Total: 116
4 - EUA: 37 de ouro; 42 de prata e 36 de bronze. Total: 115
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Um comentário:
Pois é meu caro. Brasil 1º, Canadá 2º e EUA 3º. Isso é prova de que pujança econômica não aproxima os diferentes nem acaba com a exclusão. Em meio aos apelos neoliberais, o esporte dá mais uma lição, incentivo, apoio e auto-estima é mais importante do que capital financeiro. Por outro lado, no Pan para atletas sem necessidades especiais, proporcionalmente, Cuba foi a campeã. Pois a pequena ilha não tem a população nem a delegação do tamanho da americana. Mais uma vez a prova: esporte é inclusão e dedicação. Educação ao lado da Saúde. Não é efeito econômico, apesar de ser usado para reforçar esse poder.
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